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Terapia de reabilitação que vale para todos



Se você já ouviu que “Pilates não pode ser praticado por pessoa com deficiência física ou lesão”, saiba que isso não é verdade. O método Pilates é implementado como terapia física alternativa em vários centros de reabilitação.

O que acontece é que, quando se fala em Pilates, a maioria das pessoas pensa nas fotos fantásticas distribuídas pela internet de pessoas com corpos que beiram à perfeição e em poses que parecem inatingíveis para qualquer ser humano comum. O que muita gente não sabe é que existem mais de 500 exercícios de Pilates e muitos deles têm movimentos suaves e podem ser realizados em pé ou sentado.

Exercícios adaptáveis

O Pilates tem como objetivo otimizar o alinhamento postural e melhorar a eficiência do movimento através de exercícios individualizados. Esses exercícios podem ser adaptados para se tornarem acessíveis aos pacientes com diversas patologias ou algum tipo de limitação.

Além disso, os exercícios de Pilates podem acelerar e facilitar a recuperação de alguém que tenha alguma deficiência de nascença ou como resultado de uma doença ou acidente. Especialmente por ser, o Pilates, uma ferramenta que fortalece o núcleo e permite alcançar a consciência corporal.

Importante ressaltar que a função do Pilates não muda em absoluto para pessoas com necessidades especiais (PNE). Na verdade, como acontece para qualquer aluno, os exercícios para fortalecimento dos músculos do núcleo ajudam a reduzir a dor nas costas, por exemplo, e a melhorar a flexibilidade da coluna vertebral.

Pilates aliado à Fisioterapia. Ou seria o contrário?

Já há alguns anos, e cada vez mais, o Pilates como reabilitação tem sido ampliado e trabalhado lado a lado com a fisioterapia para atender aos mais diversos problemas. Um exemplo é a sua aplicação em pacientes com hipotonia, cuja característica principal é a diminuição do tônus muscular. Esses pacientes têm um tronco fraco, apresentando poucos movimentos dos membros. Para as crianças nos primeiros anos de vida, torna-se difícil rastejar ou levantar-se.


Mas não é uma condição totalmente intratável. A terapia de reabilitação vai ter como principal objetivo melhorar o tônus muscular e consequentemente a postura e a coordenação do paciente. E é exatamente o trabalho que se desenvolve no método Pilates que vai fortalecer os músculos que rodeiam o núcleo e também ao redor das articulações e da extremidade, para proporcionar mais estabilidade. Isso vale não só para os casos de hipotonia como também para todos os indivíduos com problemas nas costas ou lesões na coluna.

Essa parceria entre fisioterapeutas e instrutores de Pilates, que são também fisioterapeutas, tem encurtado o espaço entre a reabilitação e a atividade física, beneficiando grande número de pessoas que de outra forma não alcançariam todo o seu potencial de movimento.

Reabilitação para todos

Em pessoas sem deficiência, cada movimento é iniciado e controlado por seus troncos. Joseph Pilates percebeu isso um século atrás e criou uma rotina de exercícios exclusivamente voltada para aumentar a força do núcleo (o que ajuda a tornar a coluna estável) e a flexibilidade, sendo adequada até mesmo a pessoas com algum tipo de deficiência.

A seguir estão três fortes razões pelas quais Pilates é uma excelente escolha de terapia de reabilitação para todos.


Alívio do estresse muscular

Alguns exercícios de Pilates são destinados a aliviar o estresse de pontos de pressão, que são regiões onde os músculos perdem a sua flexibilidade e se tornam doloridos. Por exemplo, se uma pessoa permanece sentada por longos períodos, os músculos ao redor da parte inferior da coluna ficam rígidos. No caso das pessoas com deficiência, a coluna precisa de correção. O Pilates vai proporcionar mais flexibilidade aos músculos que rodeiam a coluna, o que melhora a postura e alivia a dor nas regiões de pressão.


Estabiliza e fortalece o núcleo

Quase metade dos exercícios de Pilates são realizados com os músculos do abdome. Os movimentos suaves e coordenados melhoram a circulação. Com isso a postura se beneficia, a coluna se estabiliza e a pessoa tem mais facilidade para se sentar de forma mais ereta e independente.


Não é necessário ficar de pé

Como muitos exercícios de Pilates podem ser realizados na posição sentada ou mesmo deitada, é uma excelente escolha para quem tem dificuldades ou não pode ficar de pé. Além disso, os exercícios se tornam mais seguros para aqueles com lesões ósseas, cuja recuperação é longa e bastante dolorosa.

Como se vê, poucos métodos de exercícios servem para populações especiais como o Pilates. A boa notícia é que, para o benefício dessas pessoas, instituições de grande importância como a AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente já aplicam o método e têm visto a cada dia o progresso de seus pacientes.

Fontes: Nchpad.org, Central da Fisioterapia

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